sábado, 14 de dezembro de 2013

Fim do "Piscinão" no HGF de Fortaleza mas IJF continua lotado.

Em reportagem do Diário do Nordeste o diretor-geral do HGF, Zózimo Medeiros, garantiu, nesta sexta-feira, dia 14, que o fim do ‘piscinão’ não teve custos extras para a unidade. “A readequação de ambientes não teve custos para nós. Fiz paredes e tubos de gases. As camas eu já tinha, estrutura de móveis estava no estoque, então o custo estava dentro do custeio. Nós temos quatro ambulâncias disponíveis para o hospital, que fizeram a transferência dos pacientes”, afirmou. 

 "Piscinão" pode voltar

Entretanto ele disse que dependendo da circunstâncias a área do "piscinão " pode voltar  “Considerando que a saúde é muito dinâmica, se eu tiver, por exemplo, uma epidemia de dengue e se não tiver hospitais suficientes na rede, e se nós tivermos o perfil para atendimento desse paciente, não tenha dúvida, vai lotar”.

 Situação no IJF

Cerca de 40 pacientes em macas, além dos acompanhantes, esperavam por atendimento médico. Segundo o superintendente do IJF, Walter Frota, isso ocorre devido a um excedente de pacientes, entretanto, a maior quantidade está nos corredores por conta dos acidentes no fim de semana. "Durante a semana, são entre 25 e 40 macas. Porém, a maior ocupação acontece no fim de semana quando há um aumento de acidentes, principalmente envolvendo motociclistas, e violência urbana".

De acordo com a presidente do Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort), Nacélia Silva, caso sejam cumpridos os compromissos firmados pela Prefeitura, o IJF pode um dia ingressar em outro nível de qualidade. "O prefeito (Roberto Cláudio) havia prometido que o hospital se tornaria, em 2014, um modelo para o País. Acreditamos que isso é possível, basta colocar em prática todas as ações necessárias", comenta.

Com Informações do Diário do Nordeste


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