domingo, 2 de fevereiro de 2014

[Coluna Economia & Mercado] Surge o Itaú CorpBanca no Chile





@ Coluna Economia & Mercado esta de volta

A Coluna Economia & Mercado esta de volta com a proposta de comentar o que é destaque no mundo corporativo. Vamos informar e comentar o que foi destaque nos principais jornais e revistas do Brasil. Na nova coluna também conta com a seção Sugestão de Leitura onde vamos indicar a leitura de  artigos sobre comportamento, gestão e tecnologia. A coluna será publicada diariamente e pretende ser mais uma opção para leitores que procuram informações rápidas.

@ Fusão Itaú-Unibanco com o chileno CorpBanca cria um dos maiores bancos da América Latina.

Anunciada a fusão do Itaú-Unibanco Chile com o banco chileno CorpBanca a fusão dos dois bancos, que foi feita apenas no Chile, criou uma empresa com ativos de 45 bilhões de dólares e o controle será do banco brasileiro. A marca Itaú será usada em todas as operações da América Latina do Chileno CorpBanca..

@ A fusão também se estende para a Colômbia.

Segundo o jornal O Estado de São Paulo no Chile, o Itaú era o sétimo maior em crédito, passa a ser o quarto. O negócio terá ainda reflexos na Colômbia, onde os dois bancos já atuavam. Com o acordo, o Itaú que tinha uma pequena participação no país passa a ser o quinto maior banco. O negócio precisa ser homologado pelos órgãos econômicos dos dois países. É mais uma empresa brasileira ganhando o mundo.

@ A eleição do GOLF como um dos carros mais seguros do mundo foi fraudada

O diretor do ADAC (maior e mais influente clube de carros da Europa), Michael Ramstetter, renunciou ao cargo e afirmou que fraudou o número de votos para que o Golf fosse eleito o carro do ano pela entidade. o Golf teria recebido 3.409 votos dentro dos mais de 18 milhões de participantes do ADAC, quando o número anterior e fraudado apontava 34.299 votos. Agora eu pergunto: Essas instituições merecem credito?

@ Petrobras terceiriza investimentos nas refinarias

Os projetos das duas refinarias Premium no Nordeste, orçadas inicialmente em mais de US$ 30 bilhões, foram reduzidos através da terceirização parte da infraestrutura associada às duas unidades, antes a cargo da estatal. A estratégia salvará alguns bilhões de investimento no curto prazo, mas também representará menos receita futura. As terceirizações dos investimentos foram feitas através de parcerias com empresas e os governos de cada estado como o do Ceará que absorveu a preparação da infraestrutura de tratamento de água, numa parceria público-privada de R$ 2 bilhões com uma empresa espanhola projetada para servir também ao complexo industrial de Pecém conforme informou o Governador Cid Gomes à imprensa local.




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