quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Setor de Serviços cresce 8,5% no pais em 2013

 O Ceará foi o terceiro estado que mais cresceu no setor em 2013, juntamente com Tocantins

Da Agência Brasil

A receita do setor de serviços no país fechou 2013 com um crescimento nominal de 8,5%. Mato Grosso foi o estado que apresentou maior avanço no segmento, com 20,4%, seguido pelo Distrito Federal (15,7%), Ceará (13%) e Tocantins (13%). O segmento de transportes, serviços auxiliares de transporte e correios foi o que mais cresceu no período, com alta de 10,8% na comparação com 2012, segundo dados da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada ontem (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Entre os destaques do segmento de transportes estão os transportes aquaviário (com alta de 18%) e aéreo (16,8%). Os transportes terrestres tiveram aumento de 10,7%.

Outro segmento que se destacou em 2013 foram os serviços prestados às famílias, que tiveram alta de 10,2%. A principal influência para esse crescimento veio dos serviços de alojamento e alimentação, que cresceram 10,6%.

Os demais segmentos analisados pela pesquisa também tiveram crescimento: serviços profissionais, administrativos e complementares (8,1%), serviços de informação e comunicação (6,9%) e outros serviços (5,9%).


Na comparação do mês de dezembro de 2013 com o mesmo período do ano anterior, o setor de serviços cresceu 8,4%, também com destaque para os serviços de transportes (11,5%) e os prestados às famílias (9,5%).
Em dezembro, os destaques foram o Distrito Federal (25,1%), Santa Catarina (12,6%) e Rondônia (12,5%).

Esse aumento registrado, no entanto, não desconta a inflação. Enquanto as empresas de serviços aumentaram seu faturamento em 8,5%, os preços no país subiram 5,91%. A expansão real do setor, nesse caso, ficou em 2,4%. Se comparado com o IGP-M, índice de preços calculado pela Fundação Getulio Vargas que atingiu 5,51% em 2013, o crescimento real dos serviços foi de 2,8%.

Segmento de transportes foi o que mais cresceu no período, com alta de 10,8%

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