domingo, 21 de dezembro de 2014

O problema da"pirataria" no centro de Fortaleza

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O problema da"pirataria" no centro de Fortaleza é mais intenso nesta época do ano. Camelôs expõe suas mercadorias por todo o centro de cidade e muitas vezes não são incomodados por falta de uma fiscalização mais rígida. A venda desses produtos é considerada criminosa.
 Época de natal

No Centro a oferta de produtos piratas é muito grande, até peça de automóvel pode-se encontrar ali


Nas calçadas de Fortaleza se vende de tudo, além dos tradicionais CD's e DVD's pode-se encontrar de tudo como por exemplo replicas de smartphone, óculos famosos bolsas, roupas e até peças de carro.
Vendedores garantem que vendem um modelo de smartphone  por dia a um preço de R$ 600,00 já que um modelo última geração nas lojas custa em torno de R$ 3.000,00.


Outro produto que sai bem são os oculos de grife pirateado, há pessoas que levam dois de uma vez.Esses produtos alem de serem piratas e a sua venda ser proibida podeem fazer malpara a vista.

Dentre as pessoas que comercializam esses produtos existem vendedores cadastrados , sem cadastro e vendedores que que possuem até mesmo lojas em outro ponto da cidade.

Fiscalização

Para a policia é preciso  que os órgãos como Policia Federal e Receita Federal atuem mais na fiscalização de entrada desse material, para o delegado Jaime Paula Pessoa Linhares "Vender produto falsificado é o mesmo que colocar uma banca para vender maconha, é crime e não se pode fechar os olhos para isto". Segundo o delegado "a Prefeitura legalizou os camelôs, mas não fiscaliza o que eles estão vendendo".

Existe na rua 1.900 vendedores ambulantes e 130 fiscais e auxiliares nas ruas. que fiscalizam apenas se as bancas estão atrapalhando a passagem de pedestres ou se estão de  acordo com os Códigos de Obras e Posturas do Município.

Praça José de Alencar

Outro ploblema é a feira dos sábados  da Praça José de Alencar no centro de Fortaleza onde são instaladas inúmeras barracas que impedem a circulação de pedestres. devido aos produdos expostos no chão. Entre os frequentadores da praça há os que apoiam e os que acham que tudo deva ser ao menos mais organizado.

Com informações do Diário do Nordeste.

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