terça-feira, 5 de maio de 2015

[Coluna Falando S/A] “Antes de melhorar as coisas têm de piorar” esse é o recado de José Galló

 Nova Coluna Falando S.A.

“Antes de melhorar as coisas têm de piorar” esse é o recado de José Galló
Em entrevista ao Estado de São Paulo o executivo José Galló presidente da Lojas Renner disse que não pretende fazer grandes alterações nos investimentos da Renner para 2015. A Renner é vice-líder no ramo de confecções ficando atrás apenas da C&A. A Renner pretende investir R$ 550 milhões de reais -10% a mais do que 2014. Está previsto a construção de um centro de distribuição, construção de uma nova matriz e a instalação de 45 lojas. Em Fortaleza/CE uma nova loja será instalada na Rua Barão do Rio Branco em frente a Riachuelo. Com relação a economia brasileira o executivo acha que
quem simplificou seus processos internos e investiu em treinamento de uma boa equipe poderá mostrar seu diferencial competitivo agora. Quanto a inadimplência Galló vê o brasileiro como um povo que honra seu nome. O executivo acha que os ajustes propostos pelo governo são imprescindíveis e devem ser encarados como um remédio amargo.
Bebendo menos
A partir do próximo mês, os tributos sobre as bebidas frias – refrigerantes, cervejas, energéticos e isotônicos – subirão 10% em média. O Diário Oficial da União decreto que regulamenta o novo modelo de tributação para o setor. De acordo com a Receita Federal, o repasse para os preços finais, no entanto, dependerá de cada fabricante.
Construção civil em queda
Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que a atividade e o emprego na indústria da construção continuam em queda. O nível de atividade atingiu 37,9 pontos e o indicador de emprego registrou 37,2 pontos. O indicador mensal varia de 0 a 100 pontos. Abaixo de 50, os resultados indicam queda na produção e no emprego.
Inadimplência de empresas tem alta de 12,1% no trimestre, indica Serasa
A inadimplência das empresas medida pela Serasa Experian aumentou 12,1% nos primeiros três meses deste ano, em relação ao mesmo período de 2014. Na passagem de fevereiro para março, também foi registrada alta, de 11,9%. Na comparação de março deste ano com o mesmo mês do ano passado, o aumento chega a 20,4%. Os títulos protestados tiveram o maior aumento (29,5%) no primeiro trimestre de 2015, em comparação com o período de janeiro a março do ano passado.

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