segunda-feira, 11 de maio de 2015

Precariedade agrava quadros clínicos

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Foto Diário do Nordeste
Diário do Nordeste
Crise na Saúde
Falta de luvas, seringas e gazes. Carência de anestésicos, antibióticos e analgésicos. UTIs lotadas. Equipes multiprofissionais incompletas e cirurgias eletivas ameaçadas. Eis o diagnóstico da atual condição de funcionamento do Hospital Geral de Fortaleza exposto pela Associação dos Médicos da unidade (AME/HGF). Os profissionais avaliam que as
precariedades têm contribuído para agravar o quadro clínico de pacientes. Ainda assim, a ordem da Secretaria da Saúde do Estado (Sesa) é continuar a realização dos procedimentos.

Já estava extremamente complicado e ficou pior com o corte de 20% nos valores de custeio do Hospital neste ano", explica o médico ginecologista presidente da AME/HGF, Jaime Benevides. A atual condição é considerada insustentável pelos profissionais da unidade e, conforme o médico, não atinge setores específicos, mas sim, as UTIs adultas e neonatais, emergência, obstetrícia e cirúrgica.

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