domingo, 26 de julho de 2015

Marcelo Chamusca lamenta empate e admite: "Jogo atípico"

(Foto: Anderson Azevedo/Tribuna BandNews

Após o empate por 2 a 2 com o Águia, neste sábado, no estádio Zinho Oliveira, em Marabá/PA, pela nona rodada da Série C, o técnico do Fortaleza, Marcelo Chamusca, concedeu entrevista coletiva. O comandante tricolor lamentou o resultado, mas apontou as adversidades do palco do confronto e destacou a postura ofensiva do adversário em busca da igualdade no placar.

"Nessas circunstância do jogo, chateia todo mundo. Nós fizemos 2 a 0 e tivemos a possibilidade de fazer o terceiro para definitivamente matar o jogo, mas não tivemos essa capacidade. No segundo tempo, o time acabou sofrendo muito, principalmente devido ao calor, e sentiu muito a parte física. O Fortaleza é um time muito bem preparado fisicamente, que acaba todos os jogos bem, mas hoje (sábado) acabou sendo um jogo atípico. O adversário empurrou quatro jogadores na linha de defesa e fez um jogo meio suicida, com todo na frente, e a gente sem força para contra-atacar. Se a gente estivesse em uma condição física melhor, conseguiria sair para o contra-ataque e matar o jogo", afirmou.

O Leão abriu 2 a 0 ainda no primeiro tempo, com gols do atacante Lúcio Maranhão e do lateral-esquerdo Thallyson. O time paraense chegou ao empate nos minutos finais da partida, com o atacante Daniel Santos e o zagueiro Negretti. Chamusca explicou que a equipe esperou oportunidades para tentar amplicar o placar em contragolpes, mas sentiu o desgaste físico devido ao clima quente de Marabá.

"Não houve 'poupar'. Agora, se você está com 2 a 0, joga para preservar o resultado e fica esperando o erro do adversário para fazer o gol. Todo time faz isso. A proposta do adversário foi de entrar em nosso campo e pressionar a gente. Não podemos esquecer que o Fortaleza não joga sozinho, tem um adversário, que tem méritos no resultado", ponderou o treinador.

"A gente recuou porque o Águia veio para cima e colocou quatro jogadores em cima da nossa linha defensiva, o que fez com que a gente tivesse que baixar as nossas linhas em um campo apertado, de dimensões reduzidas, em que os caras estão acostumados a jogar. Isso foi definitivo para que a gente sofresse um pouquinho no jogo. Essa forma de jogar traz ao time uma desorganização defensiva que não soubemos aproveitar", completou.

Fonte: Assessoria de Comunicação do Fortaleza Esporte Clube
Afonso Ribeiro e Raíssa Feijó

Nenhum comentário:

Postar um comentário