domingo, 30 de abril de 2017

É preciso falar sobre bullying, depressão e suicídio


Brasília - O Facebook lançou plataforma com ferramentas para ajudar adolescentes, pais e professores a evitar e combater o bullying em redes sociais (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)
Marcello Casal Jr/Agência Brasil


Brasília 29/04/2017- Agência Brasil com Edição - O número de pessoas que vivem com depressão, segundo a OMS, cresceu 18% entre 2005 e 2015. A estimativa é de que, atualmente, mais de 300 milhões de pessoas de todas as idades sofram com a doença no mundo. “No pior dos casos, a depressão pode levar ao suicídio, segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos”, destaca a OMS.Segundo a OMS, a depressão será em uma década a doença que mais vai afastar as pessoas do seu dia a dia. 


Segundo  coordenadora da Comissão de Estudo e Prevenção ao Suicídio da Associação Brasileira de Psiquiatria, Alexandrina Meleiro,  a falta de conhecimento faz com que o assunto se torne tabu, por isso, é tão importante discutir o tema. “Só sabe o que é depressão quem já passou ou está passando [por isso]. Quem está de fora claro que tem preconceito: é por que não tem o que fazer, é por que é preguiçoso. Então, [o doente] tem mil rótulos.”

O quadro de diminuição de autoestima, tristeza, desânimo e perda cognitiva é resultado de alterações nos neurotransmissores. 

Bullying

Dezenas de crianças e adolescentes são alvo de piadas e boatos maldosos, além de serem excluídos pelos colegas. Um em cada dez estudantes no Brasil é vítima frequente de bullying, de acordo com o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Dados do relatório mostram que 17,5% dos alunos brasileiros, na faixa dos 15 anos, sofreram algum tipo de bullying “pelo menos algumas vezes no mês”.

Opinião do editor do  Blog

Só conhece o Bullying quem sofreu isso no passado, é muito triste você querer participar de alguma atividade e não poder porque você é uma pessoa fora dos padrões normais. Quando se é criança ou adolescente as marcas dessa violência fica para a vida inteira  e é muito difícil você se curar , possivel melhorar mas não se curar.

Uma pessoa "bulinada", é esse o termo que vou usar , carrega marcas que vão acompanha- lá para a vida toda tanto no campo profissional como pessoal e para conseguir ao menos viver dignamente é preciso encontrar pessoas que acreditem em você e pessoas que olhem você com um lente não preconceituosa e o mais importante que te deen oportunidades pois quando se dá   uma oportunidade para algem pode se estar alterando um história de vida

Aprendi na vida que você pode de diferente dos outros mas é preciso ter coragem para viver essa diferença pois a todas as diferenças juntas é que formam o conjunto da vida , se não fosse isso seriamos uns robôs. Talvez por que não aceitamos a diferença é que estamos se tornando uma sociedade injusta e perigosa. -  Pedro Paulo Morales

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